Liberta a tua mãe e liberta-te a ti mesma
Decreto: Libertação da Mãe
Hoje, como adulto, escolho deixar de te julgar. Renuncio ao desejo de que pagues pelo que me faltou na infância e à expectativa de que sejas o que não podias ser.
Este é o maior ato de amor por mim mesmo: libertar a mãe "ideal" para abraçar a mãe "real".
A libertação do peso emocional:
Assumir a idade adulta: Escolho sair da posição de criança ferida para ser um adulto capaz de se sustentar, perdoar e agradecer todas as tentativas e todas as ausências.
Compreensão sistémica:
Reconheço que o teu limite era a tua realidade.
O que não me deste não foi uma negação de mim, mas uma expressão das tuas próprias mágoas e limitações.
Gratidão pela vida:
Cancelo velhas dívidas e escolho honrar-te.
Compreendo que o meu bem-estar já não depende do que recebi ou deixei de receber, mas do que decido fazer com a minha vida hoje.
Liberdade partilhada:
Ao libertar-te das minhas expectativas, também me liberto.
Permito que a nossa relação se torne um laço de respeito e amor consciente, onde as nossas almas caminham em paz.
Movimento de cura
Encontra um espaço tranquilo, visualiza a tua mãe à tua frente e, do teu coração adulto, repete:
"Mãe, eu liberto-te e liberto-me.
Aceito-te como és, com a tua luz e a tua sombra. Obrigado pela vida, já é suficiente.
Agora encarrego-me da minha própria felicidade."
Sentes que ainda há uma "criança ferida" dentro de ti a reclamar da mãe, ou já conseguiste agir a partir da plenitude do teu lado adulto?
Ler este decreto é um passo poderoso, mas às vezes precisamos de ferramentas extra para integrar esta cura a um nível profundo.
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